Entenda a computação em nuvens em apenas 90 segundos...Apesar de ser apontada como o futuro dos meios de armazenamento e do acesso à conteúdos multimídia, a computação em nuvens ainda parece um mistério difícil de compreender para muitos. Como forma de solucionar dúvidas sobre a tecnologia, a National Geographic desenvolveu um vídeo que explica todo seu funcionamento em somente 90 segundos. Assista o vídeo Cloud...

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Entenda a computação em nuvens em apenas 90 segundos

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Category : Dúvidas de Cloud, Entenda o que é, Mercado Cloud, Novidades, Sem categoria

Apesar de ser apontada como o futuro dos meios de armazenamento e do acesso à conteúdos multimídia, a computação em nuvens ainda parece um mistério difícil de compreender para muitos. Como forma de solucionar dúvidas sobre a tecnologia, a National Geographic desenvolveu um vídeo que explica todo seu funcionamento em somente 90 segundos.

Assista o vídeo Cloud Computing in 90 Seconds!

Necessidade de somar

Sob um ponto de perspectiva histórico, há bastante semelhanças entre as necessidades dos homens que viviam nas cavernas e aqueles que habitam as cidades atuais. Além de comer, se proteger e produzir, nossos ancestrais tiveram que desenvolver meios simples de calcular a quantidade de bens que haviam acumulado, resultando na criação da própria matemática e instrumentos como o ábaco.

As limitações inerentes a tal ferramenta eventualmente levaram ao desenvolvimento das calculadoras. Apesar de realizar grandes somas, esse instrumento não tinha a capacidade de trabalhar com outras tarefas, tampouco oferecer acesso a músicas, listas de telefone, fotografias e vídeos – funções que um computador pessoal desenvolve muito bem por si próprio.

Porém, com a grande quantidade de conteúdos disponíveis na internet, novo problema foi criado. Apesar de os computadores terem capacidades de armazenamento cada vez maiores, nenhuma máquina tem espaço suficiente para armazenar todo o conteúdo da rede mundial de computadores. A solução foi desenvolver um meio que teoricamente não precisasse ocupar qualquer espaço, resultando no surgimento da nuvem.

A nuvem

Ao contrário do que muitos pensam, a computação em nuvens não dispensa em nenhum momento o armazenamento de arquivos em discos rígidos. A diferença é que, em vez de os arquivos ficarem guardados em um dispositivo na casa ou escritório do usuário, tal trabalho é realizado por servidores gigantescos que ocupam diversos galpões.

Embora pareça se tratar de uma novidade, o armazenamento na chamada nuvem acontece desde o princípio da internet, embora em escala bastante reduzida. Exemplo disso são as mensagens de email, que desde sua invenção dependem de servidores próprios aos provedores do serviço para funcionar corretamente.

O que torna a tecnologia tão interessante atualmente é que, devido ao avanço da capacidade de armazenamento de HD e das velocidades de conexão disponíveis, não somente músicas podem ser acessadas rapidamente. Filmes, séries, músicas, imagens em alta resolução e games de última geração são só alguns dos itens que podemos acessar atualmente através da nuvem.

Diversas vantagens

As vantagens de tal método de armazenamento são muitas para o usuário. Afinal, além de dispensar o download de documentos para poder utilizá-los corretamente, o acesso a eles depende exclusivamente de uma conexão com a internet e, no máximo, de um registro em algum endereço específico.

Ao guardar os arquivos em servidores com espaço virtualmente ilimitado (e que cresce a cada dia), a nuvem libera espaço no disco rígido do usuário e evita problemas decorrentes da falta de backups. Enquanto um usuário normal nem sempre se lembra de fazer cópias de segurança de seus arquivos, estas são estabelecidas de forma automática nos servidores dos serviços baseados na nuvem – até mesmo como uma forma de continuar oferecendo acesso a elas, caso alguma unidade de armazenamento utilizada apresente problemas.

Para que a tecnologia cresça e ganhe força, é imprescindível um trabalho conjunto entre produtoras de conteúdo e responsáveis pela infraestrutura da internet. Afinal, o aumento na quantidade de dados enviados exige redes capazes de lidar com grandes fluxos de informação sem perder qualidade ou desconectar os usuários pela exaustão de sua capacidade.

Texto original disponível em http://www.tecmundo.com.br

Nuvem privada customizada lidera gastos com cloud na América Latina

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A computação em nuvem continuou na pauta dos CIOs em 2011 mas, ao contrário do ano passado, não foi a principal prioridade deles, perdendo espaço para o gerenciamento de TI. Esta é uma das conclusões do cenário latino-americano que serão apresentadas durante o Gartner Symposium ITxpo, que acontece em São Paulo entre os dias 25 e 27 de outubro.

Algumas informações foram adiantadas nesta sexta-feira, 30, por Donald Feinberg, analista emérito do Gartner e chairman do evento. “Este ano, a América Latina demonstrou prioridades diferentes em relação ao ano passado e ao resto do mundo”, disse. E cloud computing é um exemplo.

O conceito caiu do topo da lista de prioridades em 2010 para o segundo lugar em 2011. No resto do mundo, ele continua sendo a principal prioridade dos CIOs. Apesar da queda, a consultoria ainda aposta no cloud como fundamental para a região, principalmente para as médias empresas, e aponta o conceito como a “bala de prata” para o segmento e seus fornecedores.

Ainda em relação à nuvem, o Gartner identificou modelos que devem se desenvolver à sombra das nuvens públicas e privadas. Hoje, por exemplo, o modelo de nuvem privada customizada lidera os investimentos feitos pelas empresas, mas há outros em desenvolvimento. A consultoria já identifica investimentos feitos nos modelos de nuvens privadas empacotadas, nuvens privadas virtuais e nuvens privadas comunitárias, estes dois últimos construídos dentro de nuvens públicas.

Segundo o Gartner, a lista de prioridades dos CIOs da região inclui: gerenciamento de TI, cloud computing, tecnologias móveis, virtualização, business intelligence, infraestrutura, gerenciamento de processos de negócios, aplicações orientadas a serviços, ERP e comunicações de voz e dados (redes).

Texto original disponível em http://convergenciadigital.uol.com.br

 

Computação em nuvem cresce 40% em 12 meses

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A adoção do serviço de computação em nuvem (cloud computing, em inglês) no Brasil subiu de 27% em 2010 para 37% este ano, mostrando o potencial brasileiro neste segmento. Na mesma medida, o percentual de empresas que estão avaliando ou planejando o uso de soluções em nuvem caiu de 73% em 2010 para 63% este ano, apontou a terceira edição do estudo “Brazil Infrastructure Maturity X-Ray”, realizado pela Accenture e pela consultoria IDC.De acordo com o estudo, 28% das empresas já adotaram o uso de nuvens privadas; as nuvens públicas são utilizadas por 6%, e o uso de ambos foi assumido por 3% das companhias. No restante dos itens avaliados pela pesquisa, o nível de maturidade de gestão de infraestrutura de tecnologia da informação (TI) do mercado nacional ainda está abaixo da média desejada (nível 3), embora seja percebida uma tendência de melhora ano após ano.
“Nossa pesquisa apurou uma elevação do nível médio dos gastos discricionários – melhorias nos processos e iniciativas estratégicas -, que passou de 35% em 2009 para 40% em 2010 e chegou a 46% neste ano. Isso indica um amadurecimento do mercado, sugerindo a adoção de uma política mais saudável de investimentos em TI”, afirma Jesus Lopez Aros, executivo sênior da área de consultoria em tecnologia da Accenture.

As áreas de delivery e segurança foram as únicas que apresentam pontuação menor que o nível médio de maturidade alcançado, fechando com média de 2,5.

Texto original disponível em www.dci.com.br

Cloud computing não é tendência… é necessidade!

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Category : Mercado Cloud

É necessidade, e dessa forma podemos concluir a apresentação “Perspectivas do mercado de tecnologia da informação no Brasil” do consultor de mercado sênior da Frost & Sullivan, Fernando Belfort.

Em recente estudo da consultoria – que teve uma prévia apresentada durante a edição 2011 da Futurecom -, onde foram entrevistadas 50 empresas de grande porte em todo o território nacional, todo o processo que envolve a adoção de cloud computing, assim como as tendências de investimento nos próximos anos, foram postos na mesa. “Falamos com todos os CIOs dessas grandes empresas e apenas 10% deles consideram excelentes seus conhecimentos em nuvem”, afirmou o Belfort. “Esse número é muito baixo, frente a mercados maduros, como é o caso dos EUA”.

Segundo o consultor, estudar a computação na nuvem e maximizar a segurança da informação são as prioridades das agendas dos CIOs dessas companhias. “Eles (CIOs) ainda estão procurando entender no que estão se metendo, vendo quais os provedores de cloud, o que eles fazem, como fazem e, principalmente, como a segurança é tratada por eles”, explicou.

“Dois terços das empresas que a Frost (& Sullivan) entrevistou disseram que vão sim investir na nuvem, ou seja, 66% das empresas de grande porte vão movimentar seus negócios em direção à nuvem”, contou.

Ainda de acordo com os fragmentos do estudo da consultoria que foram disponibilizados hoje, 78% dos CIOs veem a segurança como o principal ponto para a adoção da computação na nuvem, seguido pelo preço, onde 46% enxergam como ponto importante na escolha de um provedor. “O que é ponto de acordo entre todos os executivos, é que a adoção da computação na nuvem é extremamente importante para a continuidade dos negócios”, lembrou.

Qual nuvem optar?

Quanto ao formato ideal para adoção da computação na nuvem, Fernando Belfort apresentou dados onde 70,4% dos CIOs preferem optar pela nuvem privada, 18,5% pela pública e 11,1% optariam pela híbrida. “66% das empresas de grande porte do País pretendem investir em soluções na nuvem no curto prazo. Ao longo prazo, falamos de 2012, esperasse que a nuvem híbrida penetre ainda mais no mercado, chegando a 18% das escolhas dos CIOs, jogando para 60,6% a preferência pela privada”, examinou.

De acordo com Fernando, o SaaS ainda é a principal motivação para a adoção da computação na nuvem pelas companhias. “Até 2012, a penetração desse tipo de serviço na cloud será de 88%”, afirmou. “Hoje, 85% das companhias buscam a nuvem para aplicar o SaaS”.

Tendência

Segundo o consultor da Frost & Sullivan, a vertical de Comunicações Unificadas está em crescente discussão dentro das companhias, e promete ser a próxima área de expansão e estudos focados no mundo da TI. “Devido ao grande crescimento das cidades e, consequentemente, o trânsito caótico que essa expansão causa, as companhias querem utilizar ferramentas que cortem os custos, otimizem o tempo e obtenham resultados de forma mais rápida, através dessa nova modalidade de ‘proximidade’”.

Texto original disponível em http://crn.itweb.com.br

Cloud computing pode gerar economia de bilhões em energia

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Mais um estudo essa semana descobriu que se as empresas adotarem o cloud computing, elas conseguirão reduzir o consumo de energia de sua TI e economizar em suas contas de energia. O relatório, criado pela empresa de pesquisa Verdantix e patrocinado pela AT&T, estima que o cloud computing poderia fazer com que as empresas economizassem $12.3 bilhões nas suas contas de energia. Isso se traduz em uma economia de 85.7 milhões de toneladas métricas por ano até 2020.

O relatório da Verdantix não é o primeiro a apresentar tal fato. A pesquisa do ano passado do Pike afirmou que o cloud computing poderia gerar 38% de redução de energia nos datacenters em volta do mundo até 2020, comparado com o crescimento do consumo de energia sem a utilização do cloud computing. Outro estudo da Microsoft, Accenture e da WSP Environment and Energy no ano passado descobriu que mover as aplicações para a nuvem cortava o uso de carbono associado por usuário em 30% para grandes empresas, já eficientes, e em 90% para pequenas e médias empresas, menos eficientes.

Tudo isso são boas noticias. A computação em nuvem é uma das mudanças na infraestrutura da Internet mais rompente dos últimos anos. As empresas web tem abraçado o cloud computing com o objetivo de comprar capacidade computacional flexível, de baixo custo, e on-demand de empresas como Amazon. E esses serviços de cloud computing geralmente substituem a computação que estaria sendo feita com os recursos internos das empresas.

No entanto, é sempre bom pegar esses estudos com certa desconfiança. Existe um motivo pelo qual a AT&T e a Microsoft estão pesquisando sobre a eficiência em energia do cloud computing: elas vendem serviços na nuvem.
Outros estudos também descobriram que o cloud computing não é sempre a opção mais eficiente para economizar energia, e em alguns casos o cloud pode gastar mais energia do que a computação interna. Um relatório de Rod Tucker, pesquisador da Universidade de Melbourne e seu time, sobre o qual eu escrevi para o GigaOM Pro (inscrição necessária), descobriu que o cloud computing pode economizar energia quando ele simplesmente leva à consolidação de servidores, mas se olharmos para três outras aplicações da computação em nuvem – storage, software e processamento – a eficiência da economia de energia não ocorre em alguns cenários.

Por exemplo, um caso em que a nuvem não é mais eficiente, de acordo com a pesquisa de Tucker é quando as empresas usam o cloud para armazenar dados. Tucker descobriu que quando o número de arquivos acessados e baixados se torna maior (mais de um download por hora para um serviço de storage na cloud pública), os ganhos de energia são apagados.

Existem pesquisas o suficiente por aí atualmente que mostram que o cloud computing, no geral, é mais eficiente do que a computação interna tradicional. Isso são ótimas noticias para empresas de internet e fornecedores de cloud. O aumento do consumo de energia da internet, datacenters, e nossos dispositivos que estão sempre conectados só irá aumentar , garantindo às tendências de eficiência cada vez maior importância.

Texto original em inglês de Katie Fehrenbacher, disponível em
www.gigaom.com

Cloud será a principal plataforma até 2014, dizem os líderes de TI

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A maioria dos CIOs através da Europa acreditam que o cloud irá ser o provedor do seu principal canal de TI até 2014, de acordo com pesquisa.

Enquanto alguns negócios disseram que já tem várias implementações de cloud computing (16%), muitas empresas acreditam que o cloud será seu principal método de operação até 2014 (60%).

O provedor de comunicações Colt comissionou uma pesquisa entre 500 CIOs no Reino Unido, França, Alemanha, Espanha e a região da Benelux, com 100 CIOs do RU.

As descobertas da pesquisa também revelam os principais desafios par a adoção do cloud, considerando que as empresas buscam tirar vantagem do planejamento dos recursos escaláveis que o cloud consegue oferecer.

A pesquisa descobriu que 58% dos entrevistados reportaram a facilidade de transição como um dos principais desafios para a adoção do cloud, enquanto a garantia de qualidade (55%), a justificativa dos custos (55%) e a regulação, segurança e controle dos dados do usuário (54%) também foram apontados como desafios importantes. “Enquanto o deploy absoluto dos serviços de cloud são muito difíceis de serem estabelecidos, a tendência é clara”, disse Mark Leonard, vice presidente executivo responsável pelo escritório de CIO da Colt. “As empresas estão avaliando e fazendo o deploy dos serviços de cloud a uma taxa mais alta a cada ano, movidas pela necessidade de serem mais ágeis e responsivas na atmosfera atual de negócios.”

A segurança é um problema em particular para empresas no RU e na Alemanha, com 74 e 70% dos tomadores de decisão de TI, respectivamente, expressando suas preocupações sobre esta área do cloud computing.

A perda do fornecedor (46%) e localização geográfica do fornecedor de cloud (31%) também são questões importantes para os CIOs, afirmou Colt.

Clouds privadas são uma opção popular na Espanha (58%), Alemanha (57%) e UK (56%). Clouds privadas são vistas como uma alternativa para sobrepor as questões de segurança , mas às vezes elas podem ser menos escaláveis e mais onerosas.

Texto adaptado do original em inglês disponível em www.reseller.co.nz

O surgimento de home clouds irá alavancar o uso da tecnologia nos negócios

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Com o lançamento do iCloud, finalmente chega ao mercado um cloud para todas as casas – e para ajudar a adoção das empresas.

Agora já ouvimos tudo sobre o serviço de cloud da Apple: o iCloud fornece a habilidade de compartilhar suas aplicações, vídeos, música, dados, e outros recursos entre dispositivos da Apple. Suspeito que a Apple será bem sucedida com o iCloud, considerando que ele resolve um problema que muitos usuários da Apple enfrentam hoje e tem o preço justo.

No entanto, o que é mais importante sobre o surgimento do iCloud não é o serviço em si, mas o fato de que ele significa o movimento do cloud IaaS para dentro da casa das pessoas. Estou me referindo a ele como “home clouds”.

Já tivemos clouds em residencias por algum tempo agora, como o uso do serviços SaaS fornecidos pelo Google. No entanto, o iCloud certamente é um serviço orientado para o IaaS, e a habilidade de usar o mercado em massa do Cloud IaaS é nova.

Apesar de a Apple ganhar a maior parte do reconhecimento, a realidade é que fornecedores como DropBox, Box.net, e Google já fornecem o compartilhamento de arquivos e serviços de armazenamento. O icloud simplesmente fornece muitos dos mesmos serviços de compartilhamento com alta integração dos softwares da Apple, como iTunes, iWork, iOS, e Mac OS X.

Ao mesmo tempo, muitos dos novos dispositivos de armazenamento na rede, como aqueles da lomega, não apenas permitem que você utilize a nuvem para armazenamento reduntante, mas na verdade, permitem que você se torne um cloud também. Esse serviço de “nuvem pessoal” é grátis com o dipositivo NAS da lomega.

O que é importante aqui é que a maioria das pessoas tinham SaaS quando usavam SaaS nas suas vidas pessoais, como Yahoo Mail e Gmail. Agora, o mesmo pode ser dito sobre o IaaS com a emergência do iCloud e outros serviços de compartilhamento de artigos e armazenamento que focam no mercado doméstico. Assim, eu não precisaria ter várias conversas longas ao tentar explicar os benefícios de alavancar a insfraestrutura computacional e de armazenamento que você não possui, de fato. Agora posso dizer “é como o iCloud”. E as luzes de repente se acendem.

Com a aceitação do home cloud, a maior aceitação das clouds organizacionais irá surgir naturalmente.

Texto adaptado do original em inglês, de David Linthicum, disponível em www.infoworld.com

O icloud da Apple redefine a experiência mobile e da nuvem

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Uma miscelânia de serviços e ferramentas se integram, então ele “apenas funciona”, promete,’ Steve Jobs – isto irá mudar tudo

Temos que bater tirar o chapéu para a Apple. Quando a empresa se compromete com algo, ela realmente cria uma mudança de paradigma. A Apple fez isso mais uma vez com o icloud, o serviço de cloud que irá debutar no outono com o iOS5 (está parcialmente no estágio beta agora). O conceito é muito simples: tenha todos os seus dispositivos sincronizados automaticamente através do ar, usando a nuvem como intermediária. Uma conta pode conter até 10 dispositivos (incluindo iPhones, iPads, iPod Touches, Macs, em alguns casos PCs, e em alguns casos, Apple TVs), e é possível sincronizar calendários, e-mails, músicas, livros online, revistas online, documentos, fotos, e até aplicativos. Ao fazer uma mudança ou comprar um aparelho novo, todos os outros são atualizados. Também é possível ter todos os seus principais dados em back up automaticamente.

A simplicidade é uma marca registrada da Apple. O que o CEO da Apple Steve Jobs anunciou no WWDC (Worldwide Developers Conference) se livra do ninho de ratos da sincronização e da miscelânia de serviços de cloud que os usuários mobile tem hoje em dia – ou pelo menos se livrará quando os desenvolvedores implementaram o suporte a APIs nos seus MACs e aplicações iOS. (Os aplicativos do IOS5 da Apple já serão iCloud, e a suíte iWork para iOS lançada na outra semana já é).
Você também não precisará de se preocupar em sincronizar o seu computador para instalar a nova versão do iOS; isso acontece através do ar. Seu back up acontece automaticamente quando o seu aparelho está em alcance de sua rede wi-fi, uma vez por dia. Seus arquivos estão todos em um só lugart – iCloud – e assim, em todos os lugares também, de modo que você não precisa preocupar em se lembrar de levá-los ou carregá-los para um serviço como Dropbox ou Box.net.
É assim que vai funcionar: a Apple bascimante se torna seu principal fornecedor de serviços na nuvem, oferecendo a sincornização e armazenamento destes arquivos e recursos que mais importam para você como um individuo. Estes serviços não tem custo – ironicamente, atingindo a estratégia de preço do Google, e adicionando uma integração continua que o Google não fornece – se você for um cidadão da Apple ou pelo menos grava o “selo verde” da Apple no seu PC.

Texto adaptado do original em inglês disponível em www.infoworld.com

Mercado de Cloud computing: $241 bilhões em 2020

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Category : Mercado Cloud

O mercado global de cloud computing irá crescer de $40.7 billion em 2011 para $241 bilhões em 2020, de acordo com a pesquisa do Forrester

No caminho de todo esse crescimento, existem alguns pontos notáveis neste relatório.

• Para começo de conversa, o mercado da infraestrutura como serviço irá chegar a $5.9 bilhões em receita em 2014, até que a comoditização, pressão de preços e redução de margens ataquem. Em outras palavras, vitórias prematuras da Amazon Web Services e do Rackspace não significarão muito a longo prazo.
• O software como serviço será adotado por empresas de todos os tamanhos. Em 2011, o SaaS representará um mercado de $21.2 bilhões e crescerá para $92.8 bilhões em 2016. Neste ponto, o SaaS chegará perto da saturação.
• Processos de Negócios como serviços serão notáveis, mas enfrentarão uma receita modesta.
• A virtualização irá migrar para plano de fundo, enquanto novas tecnologias surgirão. Aqui está uma idéia de como o cloud estará até 2020:

Texto original disponível em www.zdnet.com.

Segurança em Cloud

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Pesquisadores descobriram uma maneira de se precaver contra espiões no cloud

Resultados: Um sistema protótipo permite que as empresas que usam serviços de cloud computing confirmem que seus dados estão seguros usando o mesmo provedor de serviço. Ele consegue detectar, com 80% de precisão, a presença de processos não autorizados no mesmo servidor; a taxa de erro é de 1%. O sistema irá notar tanto ataques quanto compartilhamento inapropriado de dados.

Por que isso interessa: O Cloud Computing possibilita o acesso a processos genéricos e recursos de armazenamento na Internet. Mas a preocupação com segurança deixou muitas empresas e organizações hesitantes em usar estes serviços. Eles temiam que os dados poderiam ser armazenados em hardwares compartilhados com concorrentes, ou que poderiam até ser vulneráveis a softwares maliciosos tentando ativamente roubar informações. Alguns consumidores, como a NASA, exigiram que os fornecedores de cloud isolassem fisicamente seus dados dos dados de outros usuários. O problema é que até agora tem sido quase impossível verificar se isso está sendo feito.

Métodos: No passado, pesquisadores descobriram que os atacantes conseguem roubar dados sobre as atividades virtuais das máquinas – mesmo informações delicadas como senhas – a partir de observar dicas sutis, como a maneira que a máquina utiliza os recursos do sistema, incluindo o sistema temporário de armazenamento do servidor. Os pesquisadores cooptaram este principal para que ele funcionasse em sua defesa. Eles treinaram uma máquina virtual legítima para observar o cache do servidor por sinais que denunciassem sinais de máquinas virtuais hostis no mesmo servidor. A técnica não requer nenhuma modificação nas tecnologias existentes de cloud e nenhuma ação por parte do fornecedor de cloud.

Próximos passos: Os pesquisadores estão expandindo o protótipo para criar um sistema completo que possa ser executado em um serviço comercial de cloud, como por exemplo o Amazon Web Services.

Texto original disponível em inglês na Technolgy Review de Maio/Junho