Os nove ítens para mitigar os riscos na adoção da nuvem

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Category : Entenda o que é

Desafiados para encontrar as melhores opções para terceirização, os profissionais responsáveis pelos contratos de TI devem examinar nove cláusulas contratuais para reduzir os riscos em projetos de Cloud Services. Essa é a recomendação do Gartner.

“Muitas vezes, as soluções de Cloud Services parecem ter custos iniciais e de transição menores que as soluções tradicionais, mas incluem alguns gastos e riscos novos e ocultos e, por isso, exigem condições únicas para a proteção do contrato, em relação ao modelo tradicional”, diz o analista Cassio Dreyfuss.

Segundo ele, muitos provedores de cloud parecem relutantes em negociar contratos, com a premissa de que seu modelo básico é uma abordagem altamente avançada – e padronizada. “O ponto de partida frequentemente favorece contratualmente o fornecedor, o que resulta em um desalinhamento potencial com as necessidades dos clientes”.

Ao avaliar os contratos de ofertas na nuvem, os executivos precisam entender o que pode ser negociado em relação aos elementos de risco, em que áreas eles precisam pressionar os fornecedores e o que, provavelmente, não será negociado.

“Os mercados de Cloud normalmente são muito competitivos e é importante para os executivos responsáveis pelos contratos estimular a concorrência para otimizar as negociações. Eles devem estar preparados para se afastar das negociações se alguns dos elementos de risco não forem tratados de forma satisfatória”, afirma Dreyfuss.

“Como este modelo de computação é relativamente novo, acreditamos que, ao longo do tempo, a combinação da pressão do comprador com o desejo do fornecedor de reduzir a duração da negociação e o número de negócios personalizados significa que algumas cláusulas evoluirão para um meio-termo, ao invés de práticas dos atuais contratos, que são, na maioria, centradas no fornecedor”. A consultoria elenca, então, os nove termos para mitigar os riscos em contratos de cloud. são eles:

Garantias de Funcionamento: Apesar da significativa criticidade dos negócios em certas aplicações na nuvem, os analistas do Gartner têm visto inúmeros contratos sem garantias de desempenho de níveis de serviço. Os negociadores devem estar cientes dos SLAs (Service Level Agreeements) necessários e garantir que eles estão documentados contratualmente, de preferência com penalidades, se os níveis de desempenho acordados não forem alcançados.

Penalidades para os SLAs: Para que os SLAs sejam usados para influenciar o comportamento dos prestadores de serviços, eles precisam ser acompanhados de multas financeiras. Se o desempenho dos níveis de serviço não for alcançado, é preciso que haja multas, mecânicas de contabilização e níveis de solução previstos no contrato.

Cuidado com Exclusões de Penalidades para SLAs: Provedores de Cloud perceberam que precisam adicionar garantias e medidas de qualidade para os serviços que eles vendem na nuvem. Para gerenciar os riscos, os fornecedores costumam colocar critérios rígidos de exclusão de penalidades em seus contratos. As empresas devem olhar atentamente para essas limitações ao direito de aplicação de multas.

Segurança: Como parte da estratégia da terceirização na nuvem, os executivos responsáveis pela aquisição e pela segurança devem garantir que os níveis de segurança do provedor estejam no mesmo patamar, ou excedam, suas próprias práticas, especialmente, em relação aos requisitos de conformidade legal ou das bolsas de valores.

Continuidade nos Negócios e Recuperação de Desastres: Contratos de Cloud Services raramente contêm cláusulas sobre recuperação de desastres. Alguns fornecedores de infraestruturas como serviço (IaaS) nem assumem a responsabilidade de fazer backup dos dados do cliente. Isso precisa necessariamente ser abordado em contrato.

Condições de Privacidade de Dados: Se o provedor está cumprindo os regulamentos de privacidade de dados pessoais em nome da organização, o cliente precisa ser explícito sobre seus requisitos específicos e analisar as possíveis brechas. Os contratos devem conter explicitamente todos os requisitos do cliente (inclusive como documentação para efeitos de auditoria).

Suspensão de Serviço: Alguns contratos prevêem que, se o atraso de pagamento for superior a 30 dias, o serviço pode ser suspenso pelo provedor. Isto dá ao provedor um considerável poder de negociação em caso de qualquer controvérsia sobre o pagamento. As organizações devem negociar um acordo, no qual o pagamento, em qualquer litígio, não deve levar a uma suspensão do serviço.

Rescisão: Muitos contratos de nuvem permitem ao fornecedor rescindir o acordo com 30 dias de aviso por escrito, ou, pelo menos, no prazo de 30 dias da renovação. Os usuários devem negociar com o provedor uma antecedência de seis meses para um aviso de suspensão do serviço.

Responsabilidades: A maioria dos contratos restringe qualquer responsabilidade ao máximo do valor das faturas nos últimos 12 meses. As organizações devem negociar uma proteção maior.

Texto original disponível em www.convergenciadigital.uol.com.br

Google Brasil irá focar em cloud computing e aplicativos empresariais

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Category : Mercado Cloud

Hoje, a empresa tem cinco áreas de negócios, todas apoiadas na venda de publicidade on-line: buscas, display advertising, empresas, rede social e mobilidade.

A gestão do novo diretor-geral do Google Brasil, Fabio Coelho, não deve ser marcada por diferenças profundas em relação a seu antecessor, Alexandre Dias. Há pouco mais de dois meses no cargo, o executivo afirma que seu principal objetivo será fazer com que as demais operações da companhia no país, principalmente as voltadas para o mercado corporativo, cresçam.
Hoje, a empresa tem cinco áreas de negócios, todas apoiadas na venda de publicidade on-line: buscas, display advertising, empresas, rede social (Orkut) e mobilidade.

Em entrevista coletiva nesta terça-feira, 4, Coelho afirmou que pretende voltar as atenções para os negócios de cloud computing e aplicativos para empresas. Para isso, diz, “o Google oferece a capacidade de integração entre seus vários serviços, a possibilidade de atingir o maior número de pessoas possível e o baixo custo”.

Ele afirma, entretanto, que esse é um plano de longo prazo, a ser desenvolvido em parceria com os futuros clientes – o primeiro cliente corporativo de sua gestão, por sinal, é a Anhanguera Educacional, companhia hoje presidida por seu antecessor, Alexandre Dias.

Coelho nega que tenha sido procurado pelo Google com o claro objetivo de fazer o segmento corporativo crescer, mas para dar continuidade à política vigente na matriz mundial da empresa: desenvolver produtos que alcancem escala suficiente para que os usuários tragam receita conforme a adesão, sempre com o enfoque na venda de espaço para venda de publicidade.

Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, conta que quando a empresa saiu em busca de um novo diretor-geral, o objetivo era achar “um grande gestor que conhecesse bem o mercado”.

Ele conta que a companhia tem 300 funcionários no Brasil (dois terços deles em São Paulo, onde ficam os escritórios comerciais e de vendas; a divisão de desenvolvimento, que tem cerca de cem pessoas, fica em Belo Horizonte), e era necessário alguém que conseguisse se adequar à “cultura Google de trabalho” e ainda atingir as metas de receita.

Coelho completa que o foco nessas metas é o grande diferencial do Google em relação a outras empresas. Segundo ele, a maioria das companhias se preocupa apenas com os ganhos operacionais ou com a geração de caixa, formas mais rápidas de se obter lucro operacional e ganho por ação. “Ajustar a mira para a geração de receita é o que permite que o Google continue crescendo sem precisar cortar gastos.”

Sobre o fato de ser classificado como gestor, Coelho não acredita que isso faça do Google Brasil apenas um escritório de vendas, como acontece com a operação brasileira da maioria das empresas de TI. Ele defende que a companhia não exerce muita influência sobre os processos operacionais de suas filiais, apenas cobra metas trimestrais de cada uma delas. “Cada profissional tem o seu toque”, concluiu.

Texto original disponível em www.exame.abril.com.br

3 Motivos pelos quais sua empresa deveria estar no Cloud

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Category : Entenda o que é

Apesar de todos os riscos que são noticiados sobre o cloud computing, as soluções de negócios do cloud provaram ser benéficas para as empresas, de modo a gerar valor competitivo em relação aos seus competidores que não estão na nuvem.
Apesar de as respostas para a pergunta “meu negócio deveria adotar o cloud” serem sempre “depende”, existem razões a serem consideradas por negócios de todos os tamanhos para tornar o cloud seu “veículo” em direção à maior produtividade, menores custos de TI e maior crescimento. Aqui apresentamos 3 razões pelas quais você deve considerar migrar seu negócio – ou pelo menos muitas das suas funções e processos – para a nuvem:

Razão #1: Otimização da Força de Trabalho

Continuidade do Negócio: No terremoto do Japão, aqueles adeptos ás experiências do cloud observaram menos perdas do que os outros, uma vez que seus dados estavam a salvo em data centers fora do Japão.
Quebre a barreira de entrada: Seu negócio não precisa de uma grande verba de TI e seu time não precisa de conhecimento técnico para competir com os caras grandes – graças ao cloud.
A colaboração de projetos definitiva: Colabore com seu time – de qualquer lugar, a qualquer momento.

Razão #2: O cloud ajuda a alavancar os rescursos do seu negócio e a implementar a regra do 80/20

O cloud pode te ajudar a alavancar seu negócio, uma vez que ele está atrelado ao aumento de produtividade – tempo, energia, dinheiro. Um exemplo é a possibilidade de aumentar a capacidade de empreendedorismo, ao possibilitar que os donos das organizações façam mais por menos: é possível gerenciar várias empresas pelo cloud. Tom Kelly, Diretor de Gerenciamento da T-Edward gerencia nove empresas usando soluções em cloud. Ele afirma que a maior vantagem é poder acessá-las completamente, de qualquer lugar do mundo, através de praticamente qualquer dispositivo ligado à internet, o que pode significar uma economia de centenas de milhares de dólares por ano. Segundo a lei do 80/20, ele explica que as soluções na nuvem possibilitam que ele administre 80% dos processos do negócio, que incluem as necessidades básicas: vendas, folha de pagamento, custos, serviços, etc.

Razão #3: Migrar para o cloud é um negócio que representa baixo risco de investimento e pode gerar um ROI absurdo

No que diz respeito à investimentos, a adoção do cloud é uma jogada de baixo risco, que pode gerar um alto retorno sobre o investimento (ROI), em termos de dinheiro economizado. Jeff McNaught, o CMO da Wise Technolody afirmou que os custos de operação do cloud diminuíram em 40% os gastos com energia, e aumentam a eficiência dos negócios.

Texto adaptado do original em inglês disponível em www.cloudbusinessreview.com

O governo dos EUA está indo para a Nuvem: A Reforma Federal de TI fechará 800 Data Centers até 2015

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Category : Mercado Cloud

O governo dos EUA está decido a migrar para a nuvem, focando em email e armazenamento. O plano do governo para garantir uma maior iniciativa em direção ao cloud será a consolidação de pelo menos 800 dos 2.094 data centers presentes nos EUA até 2015, de acordo com o plano de Implementação de TI dos CIOs dos EUA.
De acordo com o Data Center Knowledge, a consolidação irá economizar $18.8 milhões no orçamento de TI dos EUA.
Apenas em 2011, 137 data centers serão fechados, e as cargas de trabalho federais serão migradas para data centers mais eficientes, incluindo plataformas de cloud computing.
A lista de data centers que podem ser consolidados pode ser consultada – é pública –, incluindo um painel público pelo qual as pessoas podem rastrear o avanço do processo para garantir a ele maior transparência e responsabilidade.
De todas as agências dos EUA, a NASA é a mais engajada até agora, fechando 13 dos seus 14 data centes.

Essa será uma tendência? Impactará o negócio de Data Centers?

Não se sabe se a indústria de data centers sreá afetada pelo plano do governo americano, mas o mercado irá sustentar as mudanças de tendências nos data centers. Ao fechar data centers antigos, a demanda por data centers mais eficientes, sustentados pelo cloud, irá crescer significantemente.
Mas quão eficiente são os data centers? De acordo com a IBM, um data Center de cloud pode aumentar a utilização de disco em até 30%, permitindo que os negócios usem tais data centers para economizar custos.

Texto adaptado do original em inglês, disponível em www.cloudbusinessreview.com.

Equinix Completa aquisição da ALOG; Empresa extende sua plataforma na América do Sul

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Category : Novidades

Juntamente com a Riverwood Capital, Equinix Adquire controle de ações da ALOG Data Centers do Brasil

A Equinix, provedora global de serviços de data Center, e a Riverwood Capital, uma empresa de capital privado focada em tecnologia anunciaram hoje a finalização da aquisição da ALOG Data Centers do Brasil S.A. em uma transação feita totalmente em dinheiro. A Equinix investiu um total de aproximadamente $68 milhões como parte da aquisição e aproximadamente $15 milhões para prover capital adicional para financiar a futura expansão do data Center.

O investimento expande a plataforma Equinix(TM) para o mercado da América do Sul, criando um cenário de 95 data centers através de 37 mercados globais, além de garantir à Equinix a habilidade de satisfazer a forte demanda de seus serviços financeiros, de rede, nuvem a seus consumidores com o objetivo de estabelecer sua presença no crescente mercado brasileiro, a sétima economia do mundo e o segundo maior mercado de TI entre os países emergentes, atrás somente da China.

A Equinix terá o controle das ações e participação na cúpula de diretores da ALOG; a Riverwood terá uma participação minoritária significativa; e os membros atuais do time de gerenciamento da ALOG terão aproximadamente 10% da empresa, mantendo Sidney Breyer como seu CEO. Três anos após a consolidação da transação, a Equinix tem o direito, e em certas circunstâncias pode ser necessário que ela adquira 100% da ALOG.

“A forte posição da ALOG no Brasil e seu modelo de negócios complementar nos permitem entrar rapidamente neste mercado emergente, e acomodar as demandas de nossos consumidores por serviços de data Center na América do Sul”, diz Charles Meyers, presidentes das Américas da Equinix. “Agora que a aquisição está completa, estaremos trabalhando em conjunto com o time da ALOG para garantir que as operações do negócio e os processos de serviços ao clientes estejam de acordo com os padrões da Equinix, e para garantir as melhores práticas na construção, design, e operação de data centers”.

A ALOG está entre os líderes de fornecedores de serviços de data Center no Brasil, e serve aproximadamente 1.000 consumidores com seus data centeres, localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em Junho de 2011, a ALOG planeja inaugurar a primeira fase de seu terceiro data Center, que estará localizado em Tamboré (no subúrbio de São Paulo). O data Center de Tamboré armazenará cerca de 400 racks, com a possibilidade de expandir para acomodar até 1.200 racks.


Press release original em inglês, disponível em www.equinix.com

A Flexibilidade, e não a redução de custos, é o que motiva a adoção do Cloud

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Category : Mercado Cloud

Apesar do ambiente de negócios estar sempre buscando por maneiras de economizar dinheiro, a flexibilidade, mais do que a redução dos custos, é a principal razão pela qual as empresas estão adotando o cloud, de acordo com pesquisa.

Apenas 16% das empresas citaram a redução de custos como o principal motivador para a adoção do cloud, comparado com 53% que citaram agilidade como o fator mais importante, de acordo com o estudo do Cloud Industry Forum.

Empresas dos setores públicos e privados citaram a flexibilidade como o principal fator de migração – 55% e 52%, respectivamente – três vezes o número de empresas que citaram a redução de custos como o principal motivador.

Andy Burton, presidente do Cloud Industry Forum, afirmou: “Nos últimos anos, o mercado tem mantido o foco na redução de custos possibilitada pela migração para a nuvem, e apesar de os benefícios financeiros serem encontrados por empresas que já usam o cloud, é a agilidade entregue ao negócio que funciona como motivadora para a entrega de novos serviços, rápido acesso à tecnologia e oferta de soluções que as empresas não ainda não conheciam, que está sendo responsável pela adoção inicial”.

Entre 450 tomadores de decisão de empresas de TI, micro, pequenas e médias empresas, e organizações do setor público, 48% disseram estar usando algum serviço de cloud, apesar de as grandes empresas serem as mais prováveis de estarem usando este serviço.

Empresas com mais de 20 funcionários estão à frente da revolução do cloud, ao contrário das micro empresas (definidas como empresas que tem 20 funcionários ou menos) ou organizações públicas.
De acordo com a pesquisa, os principais recursos em uso no cloud são e-mail, back-up, recuperação de desastres, armazenamento e serviços de hospedagem.

Cerca de 85% das empresas questionadas na pesquisa que já estão usando serviços na nuvem esperam aumentar o uso destes serviços dentro dos próximos 12 meses, com o objetivo de centralizar seu crescimentos nesses aplicativos.

Texto original disponível em www.computerweekly.com

90 Por cento dos operadores de Data Center estarão no Cloud até 2016

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Category : Mercado Cloud

O Cloud computing continua crescendo rapidamente. Os operadores de Data Center também estão percebendo essa tendência: de acordo com uma pesquisa da AFCOM, associação líder de gerenciamento de profissionais de Data Centers, a adoção da tecnologia de cloud computing está crescendo o dobro, comparado com o ano passado.

Como reportado por GigaOM, a pesquisa também prevê que a adoção da tecnologia do cloud atingirá de 80 a 90 por cento nos próximos 5 anos. Nenhuma surpresa – quase todos os setores de negócios estão considerando o cloud computing como o caminho a ser seguido no que diz respeito a fazer as coisas de uma maneira melhor, mais rápida e mais eficiente, com custos menores. Continue Reading